sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A Máfia Municipal da Consciência Humana



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Segundo o dicionário da língua portuguesa, máfia é uma organização criminosa cujas atividades estão submetidas a uma direção colegial, oculta e que repousa numa estratégia de infiltração da sociedade civil e das instituições, com o intuito de adquirir benefícios sacrificando em alguns casos a própria sociedade. Diante de tal definição fica praticamente impossível não ligar essa palavra ao que está acontecendo no parlamento municipal campinense, onde através de um colegiado formado pela maior parte daqueles que representam aquela casa, e que procuram utilizar da legislação atual como forma de legalização, para implantarem um aumento salarial absurdo e um décimo terceiro equivocado, devido ao atual momento de crise econômica por que está passando toda sociedade Brasileira.


Assim como o sistema penal e judiciário foram modificados e dotados de instrumentos mais duros de combate ao crime organizado na Itália, dando origem a operação “mãos limpas”, onde na oportunidade centenas de mafiosos foram colocados na cadeia, o nosso também deve ser modificado, no sentido de inibir esse tipo de ação “criminosa” da consciência humana, onde setores do poder público, criado para defender e proteger o erário público utiliza-se de lei vigente para dividirem entre si, verbas que fazem uma falta enorme nos grandes setores assistências de uma sociedade, como a saúde e a educação.


Utilizar argumentos protegidos por lei sem levar em consideração, o momento econômico por que passa a sociedade Campinense e Brasileira no momento, para adquirir benefícios próprios, nos leva a terrível sensação de estarmos sendo vítimas de uma “máfia”, que apesar de estarem utilizando dos direitos e prerrogativas legais, deixa o cidadão brasileiro com o sentimento de perda, isso se torna mais concreto quando o campinense procura uma unidade de saúde como a “UPA”, e vê que por falta de verbas uma dessas unidades já pronta, permanece fechada e sem previsão de funcionamento, e que quando vai aos postos de saúde do município a procura de medicamentos volta de mãos vazias, onde várias ambulâncias do “SAMU” encontram-se guardadas, em um local esmo, por falta de verbas para a manutenção. É por tanto que por esses e outros problemas de igual proporção, que o povo campinense hoje é considerado, vítimas da “MÁFIA DA CONSCIÊNCIA HUMANA”, promovida por um parlamento criado para defender e proteger o erário público.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A Revelação de Algumas Doenças Através da Cor da Urina



A Cor da Urina
A cor do xixi pode falar muito sobre sua saúde e é bom estar atento a algumas alterações que podemos reconhecer só de olhar para ele, especialmente se o vaso sanitário for branco.Uma urina que se aproxima da água pode significar que bebeu muito líquido ou que seus rins perderam a capacidade de concentrar o xixi, como ocorre na doença renal crônica. Amarelo claro, por sua vez, é a cor da urina normal.

Amarelo forte

A coloração amarela forte ou alaranjada pode ser apenas porque está faltando líquidos no organismo, mas pode significar que outras coisas estejam acontecendo. Por exemplo, em caso de infecção da urina há uma grande quantidade de células chamadas leucócitos que deixam a urina mais forte e frequentemente má cheirosa devido à presença especialmente de bactérias. Podem existir outros sintomas associados como dor ou ardor para urinar, a pessoa acometida pode fazer xixi diversas vezes em pequenas quantidades e mediante esforço, dor na região inferior da barriga, enfim, características de cistite (infecção na bexiga) ou uretrite (infecção na uretra, que é o canal que liga a bexiga ao meio externo).

Vermelho, marrom ou mais escuro

A urina de cor avermelhada ou alaranjada “como suco de laranja”, ou ainda cor de “chá mate”, ou cor de “refrigerante de cola” é geralmente sinal de perda de sangue pela urina. Este sangue pode estar vindo dos rins (glomérulos) ou das vias urinárias. Por exemplo, pedras que andam pelos canais que levam o xixi podem machucá-los e o sangue sair, geralmente acompanhado de dor na região lombar de forte intensidade. Mas pode ser mais preocupante até do que isso, como é o caso de tumores, nefrites, tuberculose, enfim, apenas o médico poderá, por meio de um exame simples, saber exatamente o que ocorre.Quando o fígado está doente o paciente pode produzir excesso de bilirrubinas, que podem ser eliminadas pelos rins e colorir a urina de cor acastanhada ou mesmo marrom.

Outras cores

Não podemos nos esquecer que alguns corantes naturais como o da beterraba, amora e mirtilo podem colorir a urina, sem qualquer significado de doença. O mesmo em relação aos corantes artificiais que podem tornar a urina de cores inimagináveis e estão contidos principalmente em remédios.Além disso, algumas bactérias não tão habituais na urina, geralmente infecções adquiridas em ambiente hospitalar ou na presença de entupimentos da via urinária, são capazes de produzir um pigmento azul ou verde. São as pseudomonas, conhecidas como bacilos piociânicos (ciano=azul).

Na dúvida, busque ajuda médica

Enfim, prestar atenção na cor da urina deve ser um hábito simples que pode prevenir que doenças evoluam sem diagnóstico. E os nefrologistas recomendam que, sempre que possível, o vaso sanitário seja claro, de forma a permitir que pequenas alterações possam ser notadas. Beber bastante líquido também é uma recomendação universal, a menos que o indivíduo esteja em tratamento de insuficiência renal. O certo é que urinemos cerca de 2,0 a 2,5 litros de xixi ao dia, de cor amarelo clara, sem cheiro forte e sem dor. Fique de olho!A qualquer dúvida, procure seu médico. Um exame de urina simples pode trazer muitas informações importantes a um custo baixo e sem qualquer incômodo na coleta.


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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Programa Televisivo "A Visão do Brasil"



A importância da informação e de como ela é tratada nos dias de hoje, é indiscutivelmente de muita importância para a nossa sociedade moderna, é através de uma informação bem ou mal propagada por um grande meio de comunicação, que de um modo geral, pode-se conservar, ou modificar totalmente a forma de pensar de um povo ou região do País.


E diante de tão grande poder de influência direta na forma de pensar e agir de um povo, que surgi à necessidade de consumo de uma informação clara, objetiva e principalmente imparcial, de uma imparcialidade originária da independência dos atuais monopólios da comunicação Brasileira. Estou referindo-me ao programa radiofônico à voz do Brasil, que vai ao ar todos os dias, por volta das 19h por cerca de uma hora, mostrando a população Brasileira os bastidores e todas as informações ligadas a política nacional, além das ações dos poderes executivo, legislativo e judiciário federal.


Devido ao grande alcance adquirido pela televisão e a internet nos dias de hoje, que lançamos a proposta de um projeto lei que faça da televisão de hoje, mais um meio de propagação da informação, referente à política nacional, sabemos que já existem canais fechados que também são conhecidos como “Por assinatura”, que produzem durante 24 horas informações da política em Brasília, como é o caso da tevê plenário, no entanto, esse meio jamais alcançara aquele público assalariado inteligente, que precisa ser informado sobre os acontecimentos da política interna do País.


Fica registrada a ideia da implantação do programa “A VISÃO DO BRASIL”, como proposta de transmissão pela televisão, em horário nobre e a nível nacional do atual programa “A VOZ DO BRASIL”, possibilitando dessa forma um canal de informação da política nacional acessível a todos os Brasileiros, independente de sua condição econômica, informando de forma imparcial à realidade da política nacional, com suas conquistas e derrotas, sem a interferência, nem tão pouco, a manipulação dos grandes monopólios da comunicação. 

Fato a Fato
Blog do Gari Martins da Cachoeira 
Brasil Escola
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Justiça Suspende Aumento de Salário de Vereadores de São Paulo

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A Justiça paulista suspendeu o aumento dos salários dos vereadores da capital. A decisão do juiz Alberto Alonso Muñoz, do Tribunal de Justiça de São Paulo, deferiu liminar (decisão provisória) pedida em uma ação popular ajuizada contra a Câmara Municipal de São Paulo. Cabe recurso.
Na terça-feira, dia 20, os vereadores haviam reajustado seus salários em 26,3%, para R$ 18.991,68, a partir de 2017, quando começa a nova legislatura. Até este mês, os parlamentares recebiam R$ 15.031,76. O juiz determinou a manutenção deste valor.
Com a decisão, o magistrado suspende os efeitos da Resolução 03-000012/2016 da Mesa Diretora da Câmara Municipal.


Aumento foi aprovado por 30 votos a favor e 11 contra


Muñoz acata o argumento de que o reajuste dos salários dos vereadores fere o artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal, segundo o qual "também é nulo de pleno direito o ato de que resulte aumento da despesa com pessoal expedido nos 180 dias anteriores ao final do mandato do titular do respectivo Poder".
O magistrado argumenta que "o risco na demora é evidente, na medida em que, se o aumento for pago, haverá lesão ao erário, dado o caráter irrepetível da verba". Procurada pelo Estado, a Presidência da Câmara afirmou que ainda não foi notificada da decisão e que aguardará a notificação para entrar com recurso.

Estadão
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Vereadores ou Aproveitadores Campinenses?

Câmara Municipal Felix Araújo
Essa é a forma que o povo campinense esta utilizando para identificar aqueles vereadores, que de forma sombria, utilizaram da calada do início da manhã do dia 14/12/2016, para votarem de forma covarde, projetos lei que elevaram os proventos da próxima legislatura em 26%, como também a implantação do décimo terceiro para os servidores daquela casa (eles próprios). Caso o nosso País como também Campina Grande, não tivesse passando por um momento crítico economicamente falando, tudo isso poderia transcorrer na mais pura normalidade.


Mas diante de uma crise econômica, que se faz necessária uma verdadeira guerra parlamentar no congresso nacional, com medidas até certo ponto absurdas cassando os direitos dos trabalhadores, como as inovações na previdência social dentre outras, chega a ser uma afronta à população, votar projetos de lei que elevam para cima os proventos daqueles que se intitulam defensores do povo (vereadores), povo esse que a cada dia que passa, perdem direitos e sofrem com a falta de empregos, de recursos na saúde e na educação. Ha menos de dois dias, servidores invadiram o gabinete do prefeito no intuito de receberem salários atrasados, enquanto isso o gestor em exercício nada pôde fazer, pois a falta de recursos, segundo ele era evidente e tais proventos não poderiam ser pagos ainda. Além da crise hídrica que atinge a cidade beirando o colapso, tal atitude além de ridícula beira o absurdo.


A atual legislação permite que tal percentual seja votado de quatro em quatro anos, no entanto o atual momento econômico exige daqueles que se dizem representantes do povo, o uso de suas consciências, que além do vereador, o sentimento povo fale mais alto, e que tal legislatura seja modificada não aumentando tais proventos, mas pelo menos enquanto durar tal crise, que tais proventos sejam congelados no mínimo. Isso é possível sim, pois se tais modificações podem ser feitas nos direitos trabalhistas, reduzindo salários e modificando direitos dos trabalhadores, dos seus representantes não pode ser diferente. Isso para que o povo acredite que podemos e iremos vencer essa crise, construindo uma sociedade progressiva e sem corrupção.


Infelizmente não foi o que aconteceu em Campina Grande nessa última quarta feira, quando alguns daqueles que se dizem representantes do povo (vereadores), utilizaram de meios vantajosos, e sem a presença da população, para votar não somente um aumento absurdo, que fará os proventos da próxima legislatura passar de R$ 12.000,00 para acreditem, R$ 15.000,00 além de implantarem também na mesma proporção, o décimo terceiro. No entanto apesar das atitudes covardes sombrias e aproveitadoras de tais vereadores, achei louvável a atitude do atual gestor municipal que sempre se colocou contrário a tal atitude, e segundo acessória do mesmo, ira vetar tal absurdo para o gestor (ele próprio) e seus secretários, como também para o atual vice-prefeito assim que esse projeto chegue a seu gabinete.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Reforma da Previdência Poderá Mudar a Aposentadoria de Professores

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287, que prevê a Reforma da Previdência, coordenada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, foi enviada para o Congresso Nacional. Ao contrário do que se especulava, ela prevê a extinção das aposentadorias especiais. A idade para educadores e educadoras se aposentarem pode, então, ser igualada em 65 anos, assim como a dos outros trabalhadores (com exceção dos militares). Professores que até a data de promulgação da emenda tenham 50 anos ou mais e professoras com 45 anos ou mais poderão se aposentar após cumpridos 30 anos de contribuição, se homem, e 25 anos no caso das mulheres (desde que tenha cumprido um período adicional equivalente a metade do tempo que faltaria para atingir o tempo de contribuição anterior).


O intuito do governo federal é que mudanças nas regras de aposentadoria ajudem a diminuir os gastos públicos. No orçamento previsto para 2017, 562,4 bilhões de reais deverão ser usados em despesas correspondentes a gastos com pagamentos desse benefício trabalhista, bem como pensões e auxílios de trabalhadores e empregadores. O déficit esperado para o Regime Geral da Previdência (conhecido através do INSS) é de cerca de 181,2 bilhões de reais, segundo o Projeto de Lei Orçamentária Anual, divulgado pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.


Atualmente, trabalhadores do setor público e privado podem se aposentar com, no mínimo, 65 anos para homens e 60 para mulheres, ou por tempo de contribuição, 35 anos para homens e 30 para mulheres se esse valor, somado à idade da pessoa, corresponder a 85 e 95, respectivamente. Caso a proposta seja aprovada, só será possível parar de trabalhar após atingir a idade mínima de 65 anos. Além disso, o tempo mínimo de contribuição para a Previdência Social passará de 15 para 25 anos.


Até o momento, professores de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, policiais federais e civis dos Estados e cargos que se expõem a agentes nocivos à saúde têm direito à chamada aposentadoria especial. Essa separação decorre do fato de tais profissionais estarem expostos a trabalhos mais desgastantes ou arriscados. No caso dos docentes, a idade mínima é de 55 anos para homens e de 50 para mulheres. Já o tempo de contribuição mínimo para homens e mulheres é de 30 e 25 anos, respectivamente. Essa regra é válida para quem contribui pelo regime geral da Previdência, o que é o caso da maioria dos educadores da rede particular e pública. A proposta da Reforma da Previdência inicia a tramitação pela Câmara dos Deputados. Agora, o Congresso deverá ouvir alguns setores da sociedade civil, como centrais sindicais, para que sejam analisadas mudanças no texto.
 
Por que os docentes são um caso especial


Marta Vanelli, secretária geral da Confederação dos Trabalhadores em Educação (CNTE), órgão vinculado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), opõe-se às mudanças apresentadas. “Os professores têm uma luta histórica para conseguir ter 50% de sua carga horária para horas-atividade. Já conquistamos um terço, o que é um grande avanço. Entretanto, continuamos com salas superlotadas. É difícil e desgastante ficar responsável por até cinco turmas com 40 ou 50 alunos cada. Em uma manhã, o docente pode ter contato com até 250 crianças e adolescentes. Sem considerar uma segunda jornada”, diz Marta. Além disso, os professores precisam desenvolver algumas de suas tarefas fora do período de trabalho, como o planejamento de aulas e a correção de avaliações. “Por esses motivos, nas atuais condições, nenhum docente consegue ficar mais do que 25 anos em sala de aula. O governo compara a idade de aposentadoria daqui com as de outros países, mas as realidades são diferentes”.


Aumentar o tempo de trabalho dos professores pode acarretar ainda problemas na saúde deles. O Atlas de Gestão de Pessoas registrou que, no ano de 2012, na rede municipal de São Paulo, a quantidade de afastamentos superou o número de docentes em sala (para saber mais, leia a matéria de capa de NOVA ESCOLA sobre saúde mental do professor). “O governo pensa no lado financeiro da questão, mas parece desconsiderar ou ser insensível com as especificidades de cada profissão. O exercício de magistério acarreta desgaste físico e mental. Por isso, as mudanças podem ampliar o número de educadores doentes. Teoricamente, essas pessoas estão trabalhando, mas, na prática, estão readaptadas e fora da sala de aula”, diz Claudio Fonseca, presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem).


Sobre igualar as idades de aposentadoria de homens e mulheres educadores, Marta também levanta argumentos contrários. “Na cultura machista em que vivemos, além de trabalhar fora de casa, em muitos casos a mulher é também a única responsável pela Educação e cuidado com os filhos e com a casa. Em algumas poucas famílias, esses cuidados são divididos, mas ainda são casos excepcionais. Se houvesse uma partilha justa de atividades domésticas entre homens e mulheres, poderíamos pensar em igualar as idades”, defende.


O tamanho do problema


Estima-se que, em 2017, o déficit da previdência chegue a 181,2 bilhões de reais. Caso a tendência seja mantida, essa conta pode fechar em 1 trilhão negativo em 2050. Com o envelhecimento da população, estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) preveem que, em 2060, 30% da população brasileira seja composta por pessoas com mais de 65 anos. Nesse cenário, 20% do PIB seria gasto com a previdência, segundo uma estimativa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em 2015, foram gastos 7,4%, com 8% da população com mais de 65 anos. Ou seja, haverá menos pessoas contribuindo para um sistema com um número muito maior de aposentados do que o atual. Dessa maneira, os custos dificultariam investimentos em outras áreas, como Saúde e Educação.


Outro argumento levantado pelo governo é que a média de idade de aposentadoria brasileira, 59,4 anos para homens (dados de 2015), está abaixo da média dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que foi de 64,2 anos em 2012.Para Carlos Heitor Campani, professor de finanças do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o envelhecimento da população e o aumento da expectativa de vida já eram problemas previsíveis. “Os responsáveis pelo sistema foram extremamente negligentes ao longo do tempo e não agiram de forma eficiente para impedir o desastre atual”, diz. 

O economista defende que, em vez de se basear em outros países, o governo federal realize uma pesquisa robusta para que as mudanças se adequem ao padrão brasileiro. Para ele, o atual modelo e as novas propostas divulgadas até agora funcionarão apenas como medidas paliativas. “É claro que ações corretivas tais como idade mínima e extinção de super-aposentadorias são importantes, mas elas precisam ser acompanhadas de outras medidas que tornem o sistema verdadeiramente sustentável e não apenas empurrem a sujeira para debaixo do tapete, ou melhor, para algum governo futuro”, pondera.


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sábado, 3 de dezembro de 2016

A Água no Corpo Humano


O corpo humano é composto de água, entre 70 e 75%. Na média, a proporção de água no corpo humano é idêntica a proporção entre terras emersas e águas na superfície do planeta Terra. Estranha coincidência. Melhor não tirar nenhuma inferência ou conclusão.

O percentual de água no organismo humano diminui com a idade: entre 0 e 2 anos de idade é de 75 a 80 %; entre 2 e 5 anos cai para 70 a 75%; entre 5 e 10 anos fica entre 65 a 70%; entre 10 e 15 anos diminui para 63 a 65% e entre 15 e 20 anos atinge 60 a 63%. Aí vem um período de maior estabilidade, como na vida psíquica, mas sem muitas garantias: entre 20 e 40 anos esse teor de água no corpo humano fica entre 58 a 60%.

Entre os 40 e os 60 anos, essa percentagem cai para 50 a 58%. A seiva parecer diminuir ou ficar mais concentrada. Acima de 60 anos, o humano segue sua desidratação. É como se nos idosos metade da existência fosse água e o resto, sólidas resíduas 7 e recordações.

No próprio corpo humano, os teores de água variam. Os órgãos com mais água são os pulmões (mesmo se vivem cheios de ar) e o fígado (86%). Paradoxalmente, eles têm mais água do que o próprio sangue (81%). O cérebro, os músculos e o coração são constituídos por 75% de água.
Como toda essa água entra no corpo humano? Menos da metade da água necessária ao corpo humano (47%) chega por meio de copos de sucos, cerveja, água mineral, água fresca da moringa etc.


Uma parte significativa de água, o corpo absorve através da respiração celular (14%). O resto da água necessária à vida chega através dos alimentos (39%). Vegetais existem para ser bebidos e não comidos. Eles contém uma porcentagem enorme de água: alface (95%), tomate (94%), melancia (92%), couve-flor (92%), melão (90%), abacaxi (87%), goiaba (86%) e banana (74%).
Toda água que entra no corpo, sai. Caso contrário seria um enorme ganho de peso, cotidiano. Um quilo por litro. Como a água sai do corpo humano? Cerca de 20% sai pela transpiração e mais 15% pela respiração. Essas porcentagens podem variar segundo o grau de atividade de cada indivíduo.


Pelas urinas e fezes é excretado o essencial da água absorvida (65%). A água circula pelo corpo humano como nos ecossistemas. Muitos preocupam-se em não poluir os rios. A poluição também chega às suas veias e artérias em conseqüência de uma alimentação inadequada, da absorção de drogas, da respiração de uma atmosfera contaminada etc. A água, um pouco como o papel, aceita quase tudo.
O corpo tenta metabolizar toda essa poluição, a dos lixos ingeridos inconscientemente. Os rins filtram tudo o que podem. A bexiga acumula e excreta o possível. Podem haver acúmulos de sujeira, placas de gordura nos encanamentos das veias, vasos entupidos, uma saneamento interno inadequado, pedras e cálculos renais etc.


Beber água sem nada, nem gás é permitir um maior poder de solução e de dissolução. Para água corporal é difícil dissolver tanta coisa absorvida pela boca, sobretudo quando os próprios líquidos ingeridos já vêm carregados de sais, açúcares, ácidos e acidulantes, corantes e edulcorantes, extratos e antioxidantes, benzoato de sódio, sorbato de potássio e tantas outras substâncias necessárias a um "refrigerante". 


Direitos autorais: Evaristo Eduardo de Miranda                                                                                                           E. E. de. Água na natureza, na vida e no coração dos homens. Campinas, 2004.

Disponível em:
Meio Ambiente News

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