quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Dúvida: Quem tem Diabetes Pode Comer Tapioca?

Embora a tapioca seja um alimento de alto índice glicêmico (que eleva a glicemia muito rápido), é possível incluí-la na dieta de um diabético. É só seguir algumas dicas para diminuir a carga glicêmica dessa refeição:
  • Você pode adicionar fibras na massa da tapioca, como chia, farinha de coco e farinha de maracujá.
  • É recomendado recheá-la com ingredientes ricos em proteínas, fibras ou gorduras boas, como pasta de amendoim, ovo mexido, tofu, guacamole, atum ou frango desfiado, creme de cacau com avelã sem açúcar, rúcula com tomate e azeite, entre outros.
Com essas dicas, o carboidrato da tapioca vai ser absorvido lentamente e, assim, poderá fazer parte de uma dieta saudável para diabéticos. Vale lembrar que a tapioca tem vários benefícios!


 
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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Aveia, alimento Saudável Que Combate o Colesterol

A aveia funciona melhor em algumas pessoas do que em outras. Muitas pessoas consomem aveia para ter um melhor funcionamento digestivo e outros para aumentar a massa muscular. Porém, esse alimento é um grande aliado no combate as doenças!

Alguns estudos descobriram reduções de até 20% nos níveis de colesterol; outros, modestos 3 ou 4%. Aqui estão possíveis razões para as variações nas descobertas das pesquisas:

Nos farelos de aveia comerciais, o conteúdo de fibra solúvel, principalmente dos beta glucanos varia bastante, e, portanto, seu poder farmacológico também. Os testes mostram que os percentuais de fibra solúvel típicos nos farelos de aveia variam de 8 a 28%. Alguns, porém, apresentam pouco ou nenhum beta glucano —o principal agente ativo. Se o conteúdo em termos de "fibras solúveis" aparecer no rótulo, escolha a marca com o maior percentual. Ou atenha-se à farinha de aveia; ela sempre contém alguns beta glucanos.

O poder da aveia varia de acordo com a idade e o sexo do indivíduo. Mulheres jovens às vezes não conseguem redução alguma do colesterol, enquanto as mais velhas frequentemente apresentam uma "redução notável do colesterol", concluiu um estudo recente. Homens de todas as idades parecem obter efeitos intermediários. Se seu colesterol estiver alto - acima de 230 — um pote diário de farelo de aveia provavelmente o diminuirá.

Se já estiver baixo, a aveia provavelmente não terá efeito algum. Além disso, não espere beneJi'cios adicionais da ingestão de mais de dois terços de uma xícara por dia de farelo cru ou uma xícara e uni terço de farinha de aveia por dia.

A principal substância de combate ao colesterol presente na aveia é o beta glucano, uma fibra viscosa solúvel que se consolida no trato intestinal. Isso interfere na absorção e produção do colesterol; dessa forma, uma quantidade maior de colesterol é retirada da corrente sangüínea. Esse super carboidrato ajuda o funcionamento do sistema digestivo e também é um ótimo aliado para quem  busca o desenvolvimento do sistema muscular.


 
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domingo, 20 de agosto de 2017

O Mão Branca na História de Campina Grande - PB

Esquadrão Mão Branca Década 80
Na década de 80, Campina Grande foi palco de vários crimes que ocorreram em sequência, praticados por um grupo de extermínio que se intitulava com “Mão Branca”.  Trinta e quatro anos depois, as ações violentas e as histórias do grupo serão foi contada na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), pelo escritor e jornalista Ronaldo Leite, que discorreu em sua palestra sobre a “Violência urbana: o crime organizado pelo grupo de extermínio Mão Branca”, que acontece no dia 24 de abril, às 19h30, no Auditório II do Centro de Integração Acadêmica, Câmpus de Bodocongó.

O jornalista Ronaldo Leite, que na época cobriu o caso na condição de repórter policial, contou que a matança começou no dia 13 de julho de 1980. Neste dia, uma carta foi encaminhada a redação do extinto Diário da Borborema e à Central de Polícia, com o nome dos 115 supostos marginais que seriam vítimas do “Mão Branca”. “De início, ninguém levou em consideração, acreditando se tratar de mais uma brincadeira de pessoas que buscam o anonimato para pregar peças e causar medo à população”. O jornalista relatou, ainda, que a denominação “Mão Branca” foi copiada de um grupo de extermínio que atuava no Rio de Janeiro que, inclusive, foi responsável pelo assassinato do marginal conhecido por “Paraibinha”. O crime ganhou ampla repercussão na Imprensa, em função da "luva branca" deixada sobre o corpo e que deu origem à denominação chegada posteriormente a Campina Grande. A matança na Rainha da Borborema e cidades vizinhas também ganhou amplo destaque na mídia, até mesmo fora do país, com notícias veiculadas nos jornais Clarin, da Argentina; Washington Post e New York Time, dos Estados Unidos.

Mão Branca ou vermelha de sangue?


No Diário da Borborema, edição do dia 13 de julho de 1980, saiu com exclusividade, o listão que o "Mão Branca" divulgou os 115 nomes daqueles que seriam suas vítimas, dentre elas, advogados, policiais, intrujões, estelionatários, assassinos, traficantes de drogas e assaltantes. Começava ali um epílogo de sangue que manchou a história de Campina Grande. A carta encaminhada ao DB e à Central de Polícia mais tarde teve a origem identificada: partiu das entranhas da própria polícia. Como citei antes, de início, ninguém levou em consideração, acreditando trata-se de mais uma brincadeira de pessoas que buscam o anonimato para pregar peças e causar medo à população.

Mas o que foi anunciado aconteceu. E a cidade passou a viver sob o signo do medo, com o "MB" entrando em ação dias após tornar público a intenção de "fazer uma limpeza", tomando como base o alto grau de criminalidade que a cidade enfrentava.

Um dia após a publicação da lista negra, o arrombador Paulo Roberto do Nascimento, conhecido por Beto Fuscão, foi encontrado com um tiro de espingarda "12" no peito ao lado do estádio Amigão, no bairro do Catolé. O então repórter do Diário da Borborema, Ronaldo Leite, recorda o telefonema que recebeu: "Tem um crioulo morto na torre do Amigão".

No dia 15, a manchete do jornal relatava a primeira de uma série de mais de 30 mortes: "Mão Branca inicia matança: um tiro de 12 matou Beto Fuscão". Um dia depois, o carrasco deu sequência ao prometido: tombaram sem vida Marcos Antônio da Silva, vulgo "Mocotó", Paulo Francisco de Oliveira, "Paraibinha", e Paulo José dos Santos Félix", conhecido por "Queimadas".

Com vários perfurações a tiros - os marginais foram mortos com requintes de crueldade - dois corpos foram encontrados no sítio Velame e um outro perto do hospital da FAP, exatamente onde, demonstrando muita ousadia, os matadores informaram em telefonemas à Central de Polícia e à Imprensa.

A partir daí, os sequestros seguidos de mortes continuaram, com as execuções de"Bermuda", "Negro Rei", "Pernambuco", "Barrão" etc. Com medo da morte, muitos criminosos que estavam no listão desapareceram de Campina Grande.

O medo imperava na cidade, pois os matadores também cometeram alguns crimes de pistolagens. A população ficou dividida. Uns apoiavam em função da "limpeza" que o grupo promovia, mas a forma cruel e impiedosa aos poucos começou a ser reprovada.

O então bispo diocesano Dom Manoel Pereira deu os primeiros gritos e pediu providências ao governador da época Tarcísio de Miranda Burity contra o massacre. Com ordens do Palácio da Redenção, foi criada uma comissão judicial, presidida pelo então promotor de Justiça Agnello Amorim, hoje procurador aposentado.

Como se não se intimidasse com as investigações, o grupo iniciou uma série de ameaças contra as autoridades, com cartas e telefonemas anônimos. "Diga ao Dr. Agnelo Amorim, que também saia da jogada, porque se não sair vai ser fechado", diz trecho de uma carta enviada ao advogado William Arruda, então representante do governo do estado na cidade.

O jornalista Assis Costa, que também era repórter policial do DB na época, relembrando o caso, conta que os repórteres ficavam até meia noite esperando o telefone tocar para correr até o local onde o próximo corpo estaria jogado. "O que chamava a atenção da sociedade e revoltou a igreja era a forma cruel como o Mão Branca executava as suas vítimas", lembra Assis, acrescentando que quase todos os cadáveres tinham os órgãos arrancados, como braços, pernas e até a língua.


Com o passar do tempo, toda Campina Grande já sabia de onde partiam as execuções; no entanto, a população permanecia calada temendo represálias. Mas a comissão apurou e apontou os sanguinários integrantes do esquadrão da morte. Eram cinco investigadores de polícia que patrocinavam a matança: José Basílio Ferreira, o Zezé Basílio; Cícero Tomé da Silva, Antônio Gonçalves da Costa "Temporal", José Carlos de Queiroz, "Zé Cacau", e Francisco Alves da Silva, este último, o único vivo.


Levados a júri, apenas Basílio foi condenado, pois era apontado como o mais carrasco de todos e um dos principais executores. Ficou preso por muitos anos no presídio regional do Serrotão e acabou morrendo do coração.
Absolvidos, outros três integrantes do grupo desapareceram de Campina Grande e depois morreram. Chico Alves vive em João Pessoa, mas evita falar sobre o caso, mas, a exemplo dos outros, sempre negou participação nas mortes, se dizendo inocente.

O cenário: 

Conforme o jornalista Ronaldo Leite, que foi ameaçado em sua época pela organização, tudo começou com uma ‘brincadeira’ de um agente conhecido como Lidinaldo Motta, que ao ser transferido para Campina Grande, sugeriu uma lista de 115 nomes de supostos marginais que deveriam morrer. Alguém teria levado a brincadeira a sério e a tal lista chegou às mãos do supervisor da Polícia Civil, Cícero Tomé, o cabeça da organização. Isso por que a conjuntura da elevação do crime e violência em Campina Grande, década de 80, com 200 mil habitantes, 23 policiais civis e mais de 300 bandidos praticando todo tipo de crimes na cidade, deixando a população em estado de constante medo como se ver nos dias de hoje em nossa cidade como em quase todo o estado. Na Central de Polícia, que ficava perto do 2º BPM, uma equipe de repórteres se reversavam cobrindo os acontecimentos últimos que tinham como protagonista um grupo de extermínio que passou a ser denominado de “Mão Branca”.

Bandidos ou mocinhos? 

São muitas as respostas que povoam o imaginário de quem viveu aqueles anos e acompanhou de perto o desenrolar de toda a história, muitas pessoas até hoje, normalmente carrega fortes emoções próprias de quem não apenas viveu aquele tumultuado período da história policial de Campina Grande, mas conviveu de perto com todos os implicados na grande questão da segurança pública no Compartimento da Borborema, como os jornalistas Ronaldo Leite  e Assis Costa . “O bandido bom é o bandido morto”, assevera. “Bandido não tem respeito pelo cidadão. Desconhece quaisquer sentimentos em relação à pessoa que se torna sua vítima. Seu coração é na boca do revolver!” Era o lema do Mão Branca.


O porquê da denominação “Mão Branca” reside no fato de serem cinco os exterminadores, talvez a cor branca em referencia a “mão” diga respeito ao “senso” de justiça, fundo motivacional que levou Cícero Tomé, que é representado no mundo animal como o “Tigre de Bengala” em alusão a uma das feras mais temidas do mundo, era assim o “Terror dos Bandidos”; Zezé Basílio, o “Urso Negro”, considerado o animal sanguíneo, um dos mais cruéis e violentos desse inconfundível tempo;Temporal, o “Leopardo”, desossador de vítimas. Cacau, o “Onça Pintada” caçador noturno; e o Chico Alves, o “Onça Pintada”, um caçador voraz e rápido.

A atuação do grupo se deu praticamente apenas em Campina Grande, apesar de ter assassinado “Bermuda”, que era um foragido da Serra da Borborema, que fugira para a capital com medo de morrer. Quem ousasse tripudiar da organização, não escapava da ira do Mão Branca, a exemplo de “Mocotó”, um marginal que ousou zombar do grupo de extermínio: morreu crivado de balas, num terreno abandonado. Assim, Campina Grande novamente voltaria às manchetes nacionais, após o episódio “Borboletas Azuis”, alvo de um tópico aqui nesse blog.

O “Esquadrão da Morte Paraibano”, não se limitou apenas a matar e ameaçar marginais. Políticos, advogados entre outros, também sofreram ameaças da organização. Foi o que aconteceu com o ex-prefeito de Campina Grande, William Arruda, que era tio de Ataliba Arruda, acusado de diversos homicídios. William na época era representante do Governo Estadual em Campina Grande. 


O método:

Integrantes do grupo, trabalhando nos plantões da Central de Polícia procediam a soltura de presos marcados para morrer, geralmente nos domingos pela manhã. À noite, executores saiam para fazer diligências exatamente nos locais de convivência das vítimas. O veículo utilizado era uma Brasília amarela ou uma Kombi.

O local para onde eram levadas as vítimas variava, mas o terreno ermo nas proximidades do Estádio Amigão era predileto pela escuridão intensa e distância de residências. Havia quem dissesse que Campina podia dormir de portas abertas graça a essas ações de "desifecção social".


Primeira vítima: 


Ele não era o primeiro da lista, mas "deu azar"de ser encontrando numa das diligências. Tratava-se de um ladrão, morador da Rua Conde de Monte Cristo, no Bairro do Jeremias. "Negão! Entra no carro!" Bradou um dos integrantes do grupo Mão Branca ao parar a Brasilia em frente a Sab da Palmeira, numa noite de festa. Chegando ao Estádio Amigão para o desfecho disseram: "Nós não temos nada pessoal contra você, mas você deu azar e agora não podemos voltar atrás, vai morrer".

Vivi este tempo e lembro que muitos casos de que desapareceram e depois era encontrado os seus  corpos se proliferou por toda Campina e por outras cidade no compasso da Borborema. Não só no Amigão era cadáver, mas também no antigo 'Glésso', que era um tipo matagal, entre o Bairro Santo Antonio Viva Castelo Branco com Alto Branco. Nunca entrei neste assunto, mas como vou falar do que vi e aconteceu de fato, quero dizer que conto com a testemunha viva, a minhão mãe, dona Floripa Martins da Silva. Então, vamos aos fatos.

A casa que até hoje fica do lado direito no inicio da Vigário Vigínio com a Rua Ministro José Américo na divisa dos bairros José Pinheiro e Santo Antônio, foi neste local, que homens com uma brasília amarela, encostaram na parede e mataram um rapaz conhecido como 'Carrin' nos anos 80. Um individuo que cometia delitos na Feira Central e zona leste de Campina Grande, que há época disse ter saindo da cadeia.

Lembro quando vinha da Serraria Ferreira, perto da antiga feira de Madeira onde hoje é o supermercado Rede Compras III, sempre pegava lenha para fazer o fogo-de-lenha  na nossa cozinha. Saímos com um feixe de lenha e um balde de tinta com tripa de galinha para matar nossa forme que pegava na antiga Granja Santa Luzia, eu estava sentado no banco de cimento nas margens do canal, nas calçadas,  com minha mãe, quando de repente passava o elemento Carrin com seu amigo, ele estava drogado ao ponto de  não nos conhecer, e com uma faca em punho, disse para minha mãe: "É um assalto! Passa o dinheiro a (of...), ou a vida" isso ao tentar assaltar-la, lembro de tudo, pois fiquei olhando para a cara deles com uma pedra na mão para jogar na cabeça dos mesmo. 

Ficamos com medo deles e minha mão disse que não tinha dinheiro , só uns trocados e fumo (cachimbo). Ela ficou conversando com ele que logo lembrou da gente por que conhecia minha irmã Maria José da Silva, então pediu "vó me der um trocado para nós tomar uma (cachaça)!" Carrin usava uma camisa do Flamengo, de cor preta e vermelha, depois de nos conhecer, ficou conversando conosco, se despediu se dirigiu com o amigo com destino a rua ao lado esquerda da antiga Feira de Troca, com olha para José Pinheiro, no canal das piabas para o em direção ao antigo 'Campo Municipal'. Quando de repente uma Brasília (carro) de cora amarelo entrou na mesma rua atrás deles, ao ver o carro que ia seguindo os mesmo, corri para ver o que iria acontecer e vi quando o carro parou, saiu dele homens amardos com rostos cobertos, entre eles estava um com um chapéu-de-palha, todos armados, e encostaram os dois homens na parede, mandaram o amigo dele ir embora, então peguntaram se o rapaz que ficou era mesmo o "Carrin" ele reponde que sim e foi executado na parede de uma casa que fica na esquina da rua que sobe para a Igreja Evangélica Avivamento Bíblico.

Sei que era os Mãos Branca por que eu já conhecia de quem era a Brasília, pois foi à mesma que certa feita conduziu um homem conhecido como  "Barrão", que morava na antiga Favela da Cachoeira. Eu estava jogando bola de gode em determinado fim de tarde, foi neste dia que ele teve a visitas dos homens que andavam nessa dita brasília amarela, que parou na ponte da favela, os homnes desceram, um com um chapéu-de-palha,  e foram buscar Barrão em casa, onde ele dormia pois estava doente. Todos os moradores que moravam entre a pote e favela, viram eles levando Barrão a força que depois foi encontrado morto.

Mataram o velho Barrão, só que que o que lembro dele é que, ele era um alcoólatra que cometeu pequenos crimes quando jovem segundo falava minha mãe, mas já estava recuperado e era amigos de todos, um homem trabalhador, não vivia mais sobre pequeno crime e sim sobre efeito da esmolação e trabalho, tomando suas cachaças na Mercaria de dona Maria Gorda na entrada da favela e as vezes na Feira Central para desfaçar sua enfermidade. Barrão era querido por todos os que o conhecia, pagava para minha pessoa e colegas, cocada, balas e "dindin" na mercearia acima citada, e mesmo assim, foi morto pelo Mão Branca, digo isso por que eu vi com meus olhos ele sendo levado pelos Mãos Brancas em um fim de tarde, no mesmo carro que era conduzido pelos os homens que mataram o finado Carrin perto do canal da feira.

Confesso que e vi os homens da brasília amarela mantando o finado Carrin, muito conhecido no cabaré da feira Central e vi eles levando Barrão para ser executado. Quando tudo aconteceu, era criança, não lembro a data, só lembro que no outro dia passou a reportagem na ‘Patrulha da Cidade’ na Radio Borborema e escutei na casa do violeiro, o fiando Cerrador. Eu era pequeno e vi e lembro tudo.

Depois da morte de Carrin, fiquei com medo de passar no local e quando me tornei adolescente fui verificar a parede da casa e ainda tinha as marcas de balas, se brincar ainda tem vestígios pois a casa não teve reboco, só fizeram pintar, então deve ter marcas de tiros que não atingiram o corpo de Carrin e sim a parede.

Os homens da brasília marela mataram Carrin e Barrão, mas o finado Barrão não era bandido, era um coitado que foi vitima dos bandidos do estado,que arrancaram ele da favela e voltou em um caixão. 

Sei que o finado Carrin era sim um ladrão pois na pratica tentou assaltar minha mãe, era um marginal perigoso, no dia da sua morte ele mesmo disse para eu e minha mãe que tinha saído da prisão, pediu dinheiro a ela que lhe deu uns trocando para tomar cachaça, saiu, sendo abatido a mais de 200 metros de onde estávamos. Mas deveria ser punido pelo Estado e não por bandidos da policia que querem ser 'deus' ou acima das leis e do Estado. 

Pelo fato de ser bandido não quer dizer que grupo de criminosos armados tenham o direito de matar, quem pode fazer isso é o Estado e não grupo de criminosos que matavam todos que entravam em sua lista ou quem bem desejava. 

O clamor por segurança e justiça: 



Quero dizer que sou a favor a Pena de Morte para crimes hediondos, mas não defendo essa onda de 'Esquadrão da Morte', são elementos que matam bandidos sendo bandidos que tiram até a vida de inocente. Esses grupos se acham acima do Estado e das leis ao ponto de matar quem são contra eles e que bem desejar. Logo vejo que o Brasil era para ter Pena de Morte, onde bandidos de milicias de grupo de extermínio, grandes traficantes, psicopatas, políticos corruptos teriam que passar por esse presente do Estado, para deixar de sustentar criminosos irrecuperáveis nas cadeias, que matam, faz o que bem querem e depois vão gozar da nossa cara com direito a celular, sexo a vontade,  armas no centro de uso de droga que é hotel e motel do governo, que são os presídios do Brasil.

Em tempos de aumento do índice de violência no Estado da Paraíba e, em específico, em Campina Grande, o grupo de extermínio “Mão Branca” começa a ser lembrado pelas ruas da Cidade como solução equívoca para o problema, onde muitos dos que viveram ha época dizem: "Que tempos bons o do Mão Branca"" Isso por que até os anos 80 bandido tinha medo do Estado e da Policia, mas hoje se ver moleques de 12 anos com arma de fogo assaltando e mantando trabalhador e fica tudo por isso mesmo por a policia prende e no outro dia estão nas ruas cometendo crimes novamente. 


Muitos cidadão de Campina como os que conhecem a historia dos Mão Branca, alegam que: Já que hoje a coisa está muito mais grave do que naquela época, quando o governo e o Congresso Nacional banalizaram a criminalidade e desmoralizaram o estado de direito com leis protecionistas amordaçando a Justiça, o Mão Branca deveria voltar a existir hoje, em âmbito nacional para garantir a integridade física, patrimonial e moral de todo povo brasileiro, mas discordo desse pensamento, o melhor é modificar as leis, em especial o Estatuto da Criança e Adolescente, como criar a Pena de Morte para determinados crimes horrendos. 


O Mão Branca só tinha um alvo, matar apenas bandido pobre, os bandidos ricos escapavam da lista negra da morte. 

A existência de Mão Branca só não recebeu o apoio daqueles "inocentes" que nunca tiveram o infortúnio de se deparar frente-a-frente com bandidos sanguinários, frios e cruéis, ou então nunca perderam um ente querido sob o jugo desses marginais. Eu fui contemporâneo da época Mão Branca e posso afirmar categoricamente que aquele foi o período mais tranquilo que o povo campinense vivenciou,mas também de tristeza de mães, pais, ou melhor, família que perderam seus entes queridos sem ser bandidos, vitimados pelo esquadrão da morte que tomou o lugar do Estado, isso em um Regime Milita, imagina hoje em uma democracia que defende os "Direitos dos Manos" e vira as costa para o povo honestos e trabalhador. 

Deve ser por isso que muitas pessoas ainda sentem saudades do tempo de Mão Branca, por que o Estado é omisso e contribuem para o surgimento de milicia e esquadrão da morte, como o famoso Mão Branca da Paraíba. 



 Blog Martins da Cachoeira


 
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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) Aprova Projeto que dá Prioridade a Professor Para Receber Restituição do IRPF

Projeto de lei que concede prioridade aos professores para o recebimento da restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) foi aprovado no último dia (16) de agosto pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, em caráter conclusivo. Como o texto já foi aprovado pelo Senado, ele seguirá para sanção presidencial, a não ser que seja apresentado recurso para que ele seja apreciado pelo plenário da Câmara.

Estava apensado ao projeto que concede prioridade aos professores, um outro texto que propunha prioridade na restituição do IRPF também para os contribuintes com mais de 65 anos, que tenham rendimentos tributáveis igual ou inferior a R$ 30 mil. Mas o relator, deputado Patrus Ananias (PT-MG), rejeitou a proposta.


Pela legislação atual, conforme prevê o Estatuto do Idoso, pessoas com 60 anos ou mais já têm prioridade para o recebimento da restituição do Imposto de Renda. Se o projeto aprovado hoje pela CCJ for sancionado e virar lei, os contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério terão prioridade no recebimento da restituição logo após as pessoas com mais de 60 anos.


Da Agência Acre

 
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Campina Grande, Uma Cidade Sitiada Pela Falta de Segurança



Hoje dia 16/08 os telejornais amanheceram mais uma vez, recheados de más notícias e de uma gama de problemas, referentes à terrível falta de segurança por que está passando nossa campina grande, ações e situações que normalmente não deveriam ser tratadas como normais, hoje infelizmente por incompetência e falta de ações dos poderes públicos, começam a tratar a covardia e as ações dos criminosos em nossa sociedade como normais e corriqueiras.


O excessivo aumento, no número de assaltos e assassinatos caminham na contramão das estatísticas apresentadas pelo governo estadual, trata-se da realidade contradizendo totalmente com a hipocrisia dos governos, que infelizmente não esboçam a menor preocupação com a população que a cada dia que passa, está sendo caçada, ceifada e humilhada diante de marginais fortemente armados, sem temer nenhum tipo de lei ou qualquer punição que possam sofrer caso sejam pegos. Os mistos de desprezo com a população e impunidade crescente tornam a nossa campina grande, uma cidade sitiada diante do medo e do pavor da população honesta e trabalhadora.


Arrombamentos a lojas no centro e nas periferias, na calada da noite, além dos vários assaltos a residências e outros estabelecimentos comerciais, são apenas alguns dos crescentes problemas que a cidade sofre. Já se foi o dia em que o cidadão campinense podia ir a uma panificadora ou supermercado, fazer suas compras e voltava em paz e tranquilo, hoje o medo e a insegurança dão lugar ao nervosismo e a intranquilidade ao sair de casa, pois mesmo com a atuação da polícia, a falta de um planejamento sério e de um investimento maior na segurança pública, são elementos que complementam a impunidade e deixam os marginais tranquilos para aterrorizarem e deixarem reféns toda a população de uma cidade.


A realidade é clara e precisa diante daqueles, que vivenciam e sentem na pele os problemas e as covardes ações que insistem em acontecer, por falta de atitudes de quem oficialmente deveria representar o povo. Teorias e estatísticas jamais poderão mudar a realidade, cálculos e teoremas matemáticos podem ser manipulados, jamais diante da ausência de ações a realidade poderá ser manipulada ou modificada. O povo pode e dever exigir de seus representantes as devidas ações no sentido de modificar, minimizando esse terrível problema que a cada dia que passa cerca, rouba, mutila e mata a população campinense.
 
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terça-feira, 8 de agosto de 2017

A Punição é Suficiente Para Inibir as "Brincadeiras" ?

Li a seguinte frase num muro “Eduque o menino e não será necessário repreender o homem”, interessante que ela vem carregada de sentido, com muitas informações. Hoje em dia, a sociedade está muito mais interessada em educação profissional, você vale pelo que tem e não pelo que é. As pessoas não estão preocupadas com a moral ou com a ética. Depois reclamam que não entendem o porquê do mundo está do jeito que está, não sabem porque os políticos são corruptos, nem porque há tanta indisciplina na escola.


Onde e quando começa a aprender moral, bons costumes, ética e cidadania? Não, não é na escola. Essas são informações que os pais precisam passar para os filhos desde a tenra idade. As crianças precisam muito mais que aprender conceitos, elas precisam vivenciar em seu dia a dia, precisam da companhia dos pais para aprender valores para praticá-los.É comum ouvir crianças e adolescentes reclamarem de colegas que colocam apelidos, que fazem as famosas “brincadeirinhas” como eles dizem, sobre raça, cor, peso, aparência física e etc. Isso tem nome e se chama bullying. Não se trata de uma simples brincadeira de colegas, o bullying pode ferir uma pessoa para o resto de sua vida, pode fazer um aluno parar de estudar ou se tornar violento.


A punição pode até evitar que as brincadeiras que oprimem e maltratam aumentem, mas não é suficiente. O problema é muito mais sério do que parece, quem causa bullying não precisa apenas de punição, precisa também de acompanhamento, da participação dos pais, da ajuda de todos que estão a sua volta para que possa fazer mudanças. Um bom começo é ninguém rir das ofensas que opressor faz. Outra maneira importante é todos concordarem que quem pratica tal agressão é agredido por outra pessoa.É necessário acabar definitivamente com o problema, o causador das brincadeiras precisa saber que está errado e abandonar o erro enquanto é tempo. Portanto, para que não seja preciso repreender o homem é preciso que se eduque a criança e o adolescente, e educar significa fazê-lo entender que seu proceder está errado e que a mudança não depende só da punição na escola mais é um trabalho em conjunto, escola, pais e colegas de turma.


 
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sexta-feira, 28 de julho de 2017

É Justo Que só o Povo Pague Por Essa Crise Econômica?



A prática mais comum em nosso País quando se trata de momentos de crise, é e sempre foi penalizar o trabalhador Brasileiro adicionando impostos e novas taxas, além de um crescente aumento exorbitante nas contas essências como Água, Luz e combustíveis. No entanto os nossos representantes tanto do poder executivo quanto do legislativo, continuam vivendo em um mundo completamente imune a qualquer tipo de crise, ou seja, não são afetados nos seus benefícios pessoais, adquiridos diante dos cargos que ocupam o que de forma humana é injusto e deplorável, já que enquanto um assalariado no qual eles representam têm o valor de sua conta de Luz regulada por bandeiradas, que aumentam de forma exorbitante de acordo com o consumo e a crise nacional, os seus representantes regulam para mais os seus benefícios e nem um tipo de sacrifício econômico é esboçado, ficando os mesmos a vontade para elaborar projetos que obrigam o trabalhador Brasileiro, a pagar as dívidas geradas por más administrações, desvios de verbas e conchavos políticos, resultantes das várias articulações planejadas no intuito de conseguir propinas cada vez mais altas, dentro das administrações públicas.

Diante dos palanques em períodos eleitorais, os mesmos representantes que ora não esboçam qualquer tipo de ajuda financeira, no sentido de ajudar o trabalhador Brasileiro nessa luta desigual, contra uma crise que maltrata e agride o povo Brasileiro, declaram-se defensores do povo e que farão qualquer tipo de sacrifício na luta em defesa da economia e da soberania do trabalhador. Eis agora uma proposta a ser defendida em todos os parlamentos, inclusive no congresso nacional, e tenho certeza que essa proposta tem o apoio da grande maioria da população Brasileira, ou seja, implantar por decreto a nível nacional uma redução de 10% do salário de todo parlamentar Brasileiro, inclusive dos governadores e prefeitos, enquanto prevalecer na economia nacional o fantasma dessa crise a tanto anunciada. Esse desconto deverá ser direcionado única e exclusivamente para os setores da saúde pública, principalmente as unidades especializadas no tratamento de câncer. Podendo essa redução nos benefícios delegados aos nossos representantes, ser diminuída de acordo com a queda da crise que afeta a economia nacional.

Fica dessa forma aqui divulgada a oportunidade daqueles parlamentares, que se intitulam veementemente como defensores do povo em períodos de campanha eleitoral, demonstrarem na hora certa o quanto são ou não, verdadeiras as palavras pronunciadas com tanto vigor diante dos vários palanques espalhados Brasil afora, e que o sacrifício em defesa do cidadão e da população Brasileira há tanto “defendido” pelos mesmos é real e não mais uma hipocrisia. Esperamos que da mesma forma com que o projeto da reforma previdenciária foi amplamente discutido e covardemente aprovado, também sejam analisadas propostas como essas que não beneficiam um único indivíduo, mas toda uma população penalizada cada vez mais com a redução de seus sagrados benefícios como o acesso a uma saúde de qualidade. Chega! Basta de projetos meia boca, que não passam na realidade de obrigações parlamentares.

 
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